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Fafram investe em melhorias no setor da bovinocultura

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Criação de gado leiteiro é estudada por alunos do curso de Medicina Veterinária e de Agronomia

Além da qualidade de ensino bastante elogiada, a Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) oferece ótima estrutura física e espaço privilegiado. A instituição de ensino funciona no Sítio das Acácias – local amplo, cujo campus é distribuído em 70,78 hectares, o que possibilita o desenvolvimento de vários projetos de cunho educacional.

Entre eles, está a criação de gado leiteiro. “Além da produção, o rebanho da raça Girolando possibilita aos alunos a oportunidade de aprender técnicas relacionadas às biotecnologias da reprodução, como ‘Inseminação Artificial’ e ‘Inseminação Artificial em Tempo Fixo’. Oferece também aulas práticas na área de Clínica Médica de Ruminantes”, afirma a coordenadora do setor Eliana d’Auria.

Em entrevista à Tribuna de Ituverava, ela explica que, atualmente, o rebanho é certificado como “Livre de Brucelose e Tuberculose”, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

“Esta certificação tem grande importância, principalmente pelo fato destas duas patologias serem consideradas zoonoses, ou seja, doenças de animais que são transmissíveis para o ser humano. Porém, os alunos podem ter contato com os animais, sem o risco de contágio”, diz a coordenadora.

Estrutura
A estrutura da Bovinocultura conta com um sistema de ordenha mecânica, onde os alunos dos cursos têm a oportunidade de participar do processo de uma ordenha higiênica. “Eles também podem realizar testes para detecção precoce de Mastite, doença de grande relevância na pecuária leiteira.

A professora também fala dos experimentos no setor. “Os projetos desenvolvidos tem também o objetivo de ajudar nos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC), proporcionando a associação da teoria aprendida na sala de aula com os resultados práticos de campo”, explica Eliana.

A professora ressalva ainda que alunos de todos os ciclos de Medicina Veterinária participam das vacinações de aftosa, raiva, carbúnculo e outras imunizações contra doenças que afetam os bovinos. Também são feitas vermifugações, aplicações de vitaminas e de fortificantes, em épocas específicas.

“Estas atividades são exercidas durantes as aulas. Esta prática serve para que, desde o início do curso, os alunos tenham oportunidade de entrar em contato com os animais e as boas práticas de manejo”, acrescenta a professora.